
Programas municipais complementam a renda federal. Descubra quais são as prefeituras que oferecem essa ajuda extra.
A luta contra a extrema pobreza não se limita apenas ao programa federal. Muitas prefeituras brasileiras, reconhecendo o alto custo de vida em suas regiões, decidiram criar programas próprios de transferência de renda.
Esses programas municipais funcionam como um adicional ao valor que a família já recebe do Bolsa Família. Em alguns casos, o valor extra pode chegar a R$ 300,00, fazendo uma diferença enorme no orçamento mensal.
A ideia é que esse complemento ajude a família a lidar com despesas específicas da cidade, como transporte, aluguel ou o alto custo de alimentos.
Essas iniciativas locais são baseadas nas informações do Cadastro Único (CadÚnico). Se a sua família já recebe o Bolsa Família, as chances de ser incluído no programa municipal são altas.
Como os programas municipais funcionam
Os municípios que oferecem o adicional seguem, geralmente, os mesmos critérios de renda e vulnerabilidade do programa federal.
Os critérios comuns incluem:
- Estar na situação de extrema pobreza (renda per capita muito baixa).
- Ter o CadÚnico atualizado e com endereço na cidade.
- Em alguns casos, é exigido o acompanhamento escolar e de saúde das crianças.
Algumas cidades dão prioridade a grupos específicos, como famílias com muitos filhos pequenos, famílias chefiadas por mulheres solteiras ou pessoas com deficiência.
O valor adicional é definido pela prefeitura e, normalmente, é depositado em uma conta bancária separada ou por meio de um cartão próprio do município.
Como saber se o seu município paga um extra
Para descobrir se você pode receber esse complemento, o caminho é direto:
- Procure o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social): Esta é a unidade mais próxima da sua casa e tem todas as informações sobre os programas federais, estaduais e municipais.
- Consulte o site da prefeitura: As secretarias de assistência social divulgam os detalhes dos programas de renda local.
- Mantenha o CadÚnico em dia: A prefeitura usa a lista do Cadastro Único para selecionar as famílias. Se seus dados estiverem desatualizados, você pode perder o benefício.
Se você mora em uma cidade que paga o adicional, não precisa fazer um novo cadastro. O sistema da prefeitura cruza seus dados e, se você se encaixar, o valor será liberado.
O objetivo dessas políticas é garantir que o mínimo necessário para a sobrevivência e o desenvolvimento de cada cidadão seja atingido.
