
Atualmente, o programa de transferência que está vigorando é o Auxílio Brasil, todavia, em março, ele voltará a ser chamado de Bolsa Família. Mas não é apenas o nome que será alterado, alguns critérios para participar e valores também passarão por mudanças significativas. Por conta disso, há muitas pessoas na dúvida, se o valor de R$ 900 será pago agora, neste mês de fevereiro ou apenas posteriormente. Lembrando que sobre o assunto citado, o ministro responsável já deu seu veredito final, confira.

O Bolsa Família de R$ 900 será pago em Fevereiro?
Infelizmente, a resposta é não. O pagamento do programa de transferência de renda em questão, continuará sendo de R$ 600, graças a uma medida provisória que foi assinada pelo atual presidente, Luiz Inácio Lula (PT), no primeiro dia do seu mandato.
Além disso, também foi aprovada uma de suas promessas de campanha, que seria o acréscimo de R$ 150 para cada criança menor de 6 anos presente em cada família, totalizando, no máximo, 2 crianças. Portanto, uma família que tem 2 crianças com idades inferiores a 6 anos, pode usufruir de R$ 300 a mais.
Lembrando que o valor em questão – com acréscimo – só será pago de março em diante, que é quando irá ocorrer a transição de nome, para Bolsa Família e o término da revisão dos beneficiários. Segundo o ministro, revisar os cadastros irregulares é de suma importância para a saúde financeira do programa.
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Em março, quem será bloqueado do programa?
Primeiro, é válido salientar, que só será retirado do programa – de modo voluntário ou compulsório – as pessoas que estão inscritas de maneira irregular nele. Ou seja, se você está inscrito no CadÚnico e todas as informações são verdadeiras, você não precisa se preocupar com nada.
O foco do ‘pente-fino’ são as pessoas que afirmaram morar sozinhas. Isso soou estranho por conta que ocorreu um aumento significativo de pessoas que passaram a morar na condição citada. E o Governo acredita que a maior parte dessas pessoas, mentiram, uma vez que se o país está em crise econômica, como tantas pessoas saíram de suas casas.
Por isso, será preciso que as pessoas que afirmarem isso, se convocadas, comparecerem até o CRAS local, a fim de ratificar as informações fornecidas, caso elas sejam falsas, o beneficiário terá seu benefício suspenso. Acredita-se que a maioria das famílias tenha apenas se ‘desmembrado’ para que mais de um benefício fosse pago por casa. Isso, a longo prazo, poderia causar um prejuízo enorme aos cofres públicos.
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