
Neste domingo, 1º de fevereiro, o programa “Viver Sertanejo” promove um encontro especial entre duas duplas familiares: André & Andrade e as Irmãs Freitas. Ambas compartilham histórias da infância na roça e têm forte ligação com o sertanejo de raiz, um dos gêneros mais tradicionais da música brasileira.
André & Andrade estão celebrando 50 anos de carreira. Desde pequenos, os irmãos foram influenciados por grandes nomes, como Tião Carreiro & Pardinho e Tonico & Tinoco. Eles começaram a se apresentar nas Folias de Reis, um evento cultural popular, e a paixão pela música os acompanhou ao longo da vida. André começou a cantar aos oito anos e nunca mais parou. Andrade comenta que a dupla nasceu de forma espontânea, após experiências musicais com outros irmãos. O primeiro sucesso que os destacou foi “Cama Fria”, que lhes trouxe reconhecimento em âmbito nacional e os consolidou como representantes do sertanejo.
As Irmãs Freitas, Ana e Luciana, também têm uma história rica no segmento sertanejo. Recentemente, elas passaram a se apresentar como um trio com a chegada de Ouriana, filha de Luciana. As irmãs lembram de uma infância simples, onde a chegada do rádio em casa foi um grande marco. Luciana recorda que fez até um bolo para comemorar esse momento e que a primeira música que ouviram foi “Apartamento 37”, de Léo Canhoto & Robertinho. Essa lembrança formou a base de sua paixão pela música.
Inspiradas por André & Andrade, as Irmãs Freitas frequentavam as apresentações da dupla e aprendiam observando. Essa conexão familiar e musical foi fundamental na formação artística das irmãs, que se tornaram pioneiras na presença feminina no sertanejo.
Durante o programa, elas irão interpretar clássicos do gênero, como “Distante do Meu Bem” e “Canoeira de Araguaia”. Este episódio vai homenagear não apenas a longa trajetória de André & Andrade, mas também o papel das mulheres no sertanejo, um espaço frequentemente dominado por homens.
O “Viver Sertanejo” é apresentado por Daniel e vai ao ar aos domingos, logo após o programa “Globo Rural”. A direção é de Rafael Boucinha, com produção executiva de Matheus Pereira e supervisão de Gian Carlo Bellotti.

