
Em um trágico episódio que chocou o mundo, um jovem de apenas 17 anos, chamado Wang Shangkun, tomou uma decisão impensada que mudaria o rumo de sua vida para sempre.
Em 2011, ele se submeteu a uma cirurgia ilegal em uma clínica clandestina para vender um de seus rins e realizar um sonho: adquirir um smartphone modelo iPhone e um iPad.
Porém, as consequências desse ato impensado o perseguem até os dias atuais. A cirurgia, feita em um ambiente sem nenhuma regulamentação e cuidados adequados, teve efeitos devastadores em sua saúde.
O outro rim de Wang desenvolveu uma deficiência, o que o deixou dependente da hemodiálise para sobreviver. Além disso, ele contraiu uma grave infecção no local da cirurgia, devido à falta de cuidados no pós-operatório.
Essas complicações o forçaram a abandonar sua profissão e a viver agora com o auxílio de benefícios sociais. Na época, ele recebeu o equivalente a R$ 11,8 mil pelo seu rim, um valor que parecia suficiente para realizar seu desejo.
Contudo, o que aparentemente parecia ser um caminho fácil para conquistar seu sonho de consumo se transformou em uma tragédia pessoal. Na época, a operação ilegal resultou na prisão de nove pessoas envolvidas em um esquema de tráfico de órgãos.

O caso recentemente voltou a aparecer nas redes sociais, principalmente após o lançamento de novos produtos da Apple que atraíram a atenção de consumidores ávidos por tecnologia.
A história do jovem serve como um lembrete trágico dos perigos envolvidos em decisões impulsivas e do profundo impacto que podem ter em toda uma vida.
A venda de órgãos é uma prática ilegal e moralmente condenável. Casos como esses servem de alerta para a importância de combater o tráfico de pessoas e órgãos.
Parece piada, mas é muito sério.
A busca incessante por bens materiais não pode se sobrepor à valorização da própria vida e saúde.
Espera-se que esse caso infeliz sirva de lição para outros jovens. É fundamental que a conscientização sobre os perigos do tráfico de órgãos e a importância da saúde e do bem-estar seja amplamente difundida.
É essencial a criação de mecanismos eficazes para combater o mercado negro de órgãos. Vale ressaltar que, o acesso a produtos de consumo não se transforme em uma obsessão a ponto de colocar em risco a vida e o futuro.
Que a história de Wang Shangkun seja um apelo à reflexão sobre nossas escolhas e prioridades na vida moderna.
O que diferencia a apple de seus concorrentes?
A Apple nunca precisou de campanhas elaboradas, propagandas e promoções de lançamento para vender seus produtos. Muito pelo contrário, o preço baixo nunca foi uma estratégia da empresa, visto que seus produtos sempre foram caros e, mesmo assim, sempre venderam.
O poder simbólico da Apple é mais forte que o discurso publicitário. Mesmo após 11 anos do lançamento do primeiro iPhone, as pessoas ainda fazem fila e acampam nas portas das lojas para esperar o lançamento do novo modelo.
As únicas coisas que a Apple faz no período de lançamento são:
- Apresentar o aparelho (o que desperta desejo na população);
- E anunciar a data de lançamento oficial (o que leva as pessoas a fazerem filas na porta das lojas).
O valor simbólico que a Apple representa é muito significativo e é o que acaba diferenciando-a de seus concorrentes. A empresa fabrica os produtos, mas o que os consumidores compram é a marca.
A Apple não compete no preço, ela compete no valor da marca.
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