
Um salva-vidas de 24 anos, identificado como Guilherme da Guerra Domingos, faleceu ao tentar recuperar a aliança de uma turista no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, interior de São Paulo. O incidente ocorreu na terça-feira, 13 de dezembro. Guilherme, que trabalhava no parque há mais de dois anos e era líder da equipe de salva-vidas, mergulhou na piscina após ser informado por uma visitante sobre a perda da joia, que aconteceu após ela descer de um toboágua chamado Walter Bomb.
Enquanto procurava a aliança no fundo da piscina, Guilherme foi sugado por um ralo, o que provocou seu afogamento. Seus colegas de trabalho perceberam que ele estava demorando para voltar à superfície e imediatamente deram alarme sobre a situação. Uma equipe de resgate foi rapidamente acionada, mas, infelizmente, o salva-vidas não sobreviveu.
Em decorrência do acidente, a administração do Wet’n Wild divulgou uma nota lamentando a morte de Guilherme. Eles destacaram que o profissional era dedicado e comprometido com sua função. Para prestar homenagens e em solidariedade à família, amigos e colegas de Guilherme, o parque decidiu fechar suas portas na quarta-feira, 14 de dezembro.
A nota divulgada pela administração do parque expressou tristeza pelo ocorrido e afirmou que estão prestando assistência à família do salva-vidas e colaborando com as autoridades para investigar o acidente. As atividades do parque foram suspensas em respeito à memória de Guilherme e à equipe de trabalho.
A tragédia trouxe à tona a importância da segurança em ambientes aquáticos, ressaltando que condições imprevistas podem levar a situações perigosas. O caso é um lembrete para frequentadores e trabalhadores de parques aquáticos sobre a necessidade de atenção e cuidados redobrados em áreas de risco.

