
13º do Bolsa Família – Com quatro anos de espera, os beneficiários do programa Bolsa Família, situados no estado de Pernambuco, podem esperar um reforço financeiro neste mês de junho. Trata-se do aguardado décimo terceiro do programa, confirmado na última semana, que deve beneficiar um grupo específico de beneficiários. Nesta análise, abordaremos quais beneficiários estão incluídos e qual valor estará disponível para saque.

Todos vão receber o 13º do Bolsa Família?
Embora o pagamento do décimo terceiro não seja de abrangência nacional, os beneficiários do Bolsa Família em Pernambuco verão um acréscimo de R$ 150 em seus benefícios neste mês de junho. A implementação desta medida, confirmada pela governadora Raquel Lyra, será realizada em conjunto com as parcelas padrões do programa. A data exata do pagamento depende do último dígito do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário, sendo iniciada em 19 de junho para os beneficiários cujo NIS termina em 1, e termina em 30 de junho para os beneficiários cujo NIS termina em 0.
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A governadora esclareceu que todas as famílias em Pernambuco que são beneficiárias do Bolsa Família serão beneficiadas com o décimo terceiro. Para ser elegível para este abono adicional, é necessário ter participado do programa Auxílio Brasil por, pelo menos, seis meses em 2022. Assim, o valor adicional de R$ 150 será disponibilizado para este grupo no mês de junho.
Em um comunicado oficial, o governo do estado de Pernambuco reforçou seu compromisso com a luta contra a fome e a pobreza e a melhoria da qualidade de vida de suas cidadãs e cidadãos. O comunicado declarava que o combate à desigualdade social no estado é uma prioridade máxima, e que novas ações para alcançar este objetivo seriam anunciadas em breve.
Regras e diretrizes
Para que os beneficiários recebam o auxílio do Caixa Tem em junho, é necessário que sigam as regras de participação do programa Bolsa Família e não sejam desqualificados por meio do processo de revisão de benefícios do programa, conhecido como “pente-fino”. A renda das famílias deve ser, no máximo, R$ 218 por pessoa por mês. Também é essencial que os beneficiários mantenham seus dados atualizados no Cadastro Único.
O governo também indica que é necessário cumprir determinadas condições para garantir a eficácia das políticas públicas. Essas condições foram inicialmente introduzidas durante os primeiros mandatos do presidente Lula e foram reintroduzidas para melhorar a eficácia do programa.
Entre elas estão a necessidade de manter a carteira de vacinação atualizada, comprovar a frequência escolar das crianças, garantir o acompanhamento pré-natal para gestantes, monitorar a situação de mães que amamentam e acompanhar campanhas socioeducativas para crianças em situação de trabalho infantil.
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