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Mais de mil
O prefeito Afonso Macchione Neto (PSDB) estima que mais de mil pessoas recepcionaram o candidato a governador por São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no sábado, dia 17, no Clube de Tênis. Macchione ressaltou que Alckmin prometeu ajudar a cidade se vencer as eleições em outubro próximo. "Catanduva vai ganhar muito com ele", disse o prefeito.
No palanque
O vice-prefeito e candidato a deputado estadual Roberto Cacciari (DEM), o deputado estadual candidato à reeleição, Geraldo Vinholi (PSDB), o vereador Pimpão (PPS), candidato a deputado estadual, e o vereador Luís Pereira (PSDB) são os catanduvenses que dividiram o palanque oficial com Alckmin, o prefeito Macchione, o candidato ao senado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e demais candidatos e deputados.
Presídio
Um dos temas mais questionados ao candidato ao governo paulista logo em sua chegada no Clube de Tênis foi a questão do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), que se pretende instalar em Catanduva. Todos, inclusive o prefeito, desde que seja irreversível, são favoráveis a um presídio que comporte somente detentos cujas famílias residam em Catanduva e região. É o chamado presídio regionalizado.
Projetados
As penitenciárias que o governo paulista quer construir no interior já foram projetadas e custeadas, por meio de editais de concorrência publicadas pela Secretaria da Administração Penitenciária. O presídio de Catanduva, por exemplo, custaria R$ 35 milhões para 1060 detentos em regime semi aberto. Viriam, para cá, detentos de várias regiões do Estado. Os editais foram retirados de pauta tão logo começaram as contestações, ainda no governo de José Serra.
Regionalizar?
É bastante forte o apelo ao candidato Alckmin para regionalizar os presídios. Teria que mudar todos os projetos e os custos, que seriam menores, mas o número de presídios aumentaria no Estado. É um assunto que merece ser debatido, mesmo porque grande parte das cidades aceita presídio regionalizado, bem diferente da situação inicial, quando Serra quis impor goela abaixo e de maneira ditatorial os CPPs no interior.
Ficha suja
A pressão da opinião pública sobre os candidatos ficha suja começa a surtir efeito nas altas esferas eleitorais. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowsky, foi bem claro, ao dizer que políticos ficha suja que conseguir liminar terá problemas no futuro. Parece que começa um novo período na política brasileira. Vai demorar algumas dezenas de anos, mas os ficha limpa vão prevalecer. Talvez o começo seja nestas eleições.
Enganou
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, é um grande articulador. Temos de tirar o chapéu para ele. Tão logo o Brasil foi eliminado da Copa, com aquele futebol ridículo que apresentou, Teixeira, de antemão, começou a falar da Copa de 2014, no Brasil, tanto que tem até gravação de Galvão Bueno sobre o assunto. Pois bem. A grande maioria dos brasileiros esqueceu os vexames da Copa e está antenada na Copa do Mundo 2014.
Faustão
Interessante é que todos os comentaristas de futebol e locutores, inclusive Galvão Bueno, não se lembraram daquele que convocou Dunga para a Seleção, e daquele responsável pelo fiasco do Brasil na Copa. Um ex-repórter de campo da Globo, que conhece muito bem o futebol, o Fausto Silva, não esqueceu. No domingo seguinte ao fiasco da Copa, Faustão, em seu programa, não citou o nome mas deu a entender que o grande culpado saiu ileso desse vexame, que é o Ricardo Teixeira.
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