|
Começa ganhar corpo o sonho da despoluição do rio São Domingos, em Catanduva. À medida que as obras avançarem ao longo da avenida, na margem direita, destruindo todo o asfalto, a repercussão será grande.
A verdade é que os catanduvenses não viram esse tipo de investimento durante o desenvolvimento da cidade. Nada se fez para proteger o bom e velho rio São Domingos dos dejetos da urbanização que aumentava cada vez mais.
Em quase 90 anos de emancipação política, Catanduva foi ficando para trás, deixando lixo acumular em um morro de urubus e jogando toda sua poluição no único rio que passa por seu território. O resultado? Atraso e fuga de empresas.
Na atualidade, a questão ambiental está em primeiro plano. Por isso, foram essenciais os avanços dados nos últimos anos, com a implantação do moderno aterro sanitário, substituindo o perigoso lixão, e com as obras de despoluição.
De modo simultâneo, a cidade busca recursos com o Governo Federal e através de um importante financiamento internacional, através do BID, que garantirá – e exigirá – a conclusão do projeto e a recuperação ambiental.
Eu mesmo afirmei, em texto anterior neste espaço, e agora reforço: todas essas ações, motivo de grande orgulho, vão proporcionar desenvolvimento e colocar Catanduva à frente de muitos outros municípios, na área ambiental.
Ao final, como mandam os sonhos dos otimistas, a cidade estará com águas limpas, parques públicos e bem mais verde. Teremos, enfim, “despoluído” uma história de 90 anos de gestores que não pensaram no futuro de todos nós.
Voltar
|