|
Algumas pessoas fazem história. Outras, fazem história e sabem disso. Essa consciência, literalmente, faz toda a diferença.
Segunda Guerra Mundial, antes de 1945. Um polonês registrou em um pequeno gravador todas as experiências vividas em uma Polônia devastada pela guerra.
A história foi contada pelo ator global Dan Stulbach, seu neto, em uma entrevista no Programa do Jô, da TV Globo. E os registros do avô devem virar livro.
Seguindo o belo exemplo, com foto, texto ou pintura, toda forma de preservação da história deve ser valorizada, pois assim pode-se comprovar a evolução de um povo e de uma nação.
Textos jornalísticos – mesmo os opinativos, como este – também são registros históricos que, se analisados no futuro, poderão revelar informações importantes sobre o tempo presente.
Imerso nos acontecimentos, o velho polonês sabia que aquele episódio era histórico para a humanidade. E, por isso, registrou sua visão dos fatos, com o som de sua própria voz.
Seja algo grandioso ou singelo, todo mundo pode ser protagonista ou estar ligado a algum fato histórico dentro da sua comunidade. E o mais importante: pode registrar isso, ainda que à sua maneira.
Guilherme Gandini é jornalista e assessor de Comunicação da Prefeitura de Catanduva.
Voltar
|