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Catanduva,
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
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UM PASSO A MAIS
Tema Livre
Tema Livre 17/08/2009 12:54:46 | Por Guilherme Gandini
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Catanduva ganhou, oficialmente, seu novo aterro sanitário. A obra, calculada em R$ 9 milhões, coloca fim a uma história vergonhosa e criminosa de descaso com o meio ambiente e com a população, que durou – pasmem! – bem mais de 20 anos.
Longa luta foi travada pelos moradores das proximidades do antigo lixão, que sofriam, não quietos, com o mau cheiro, com os urubus e com os riscos à sua própria saúde.
Agora, a comunidade já pode respirar mais aliviada nas imediações do antigo lixão, em especial no bairro Theodoro Rosa Filho, um dos mais prejudicados. Porém, aquela área ainda deverá passar por criterioso e longo processo de recuperação ambiental.
São duas medidas exemplares: a destinação correta para todos os resíduos em Catanduva, e a recuperação ambiental de uma área degradada por décadas. O próximo passo, que não pode tardar, é a implantação de um processo mais amplo de reciclagem.
Hoje, a antiga lagoa do Imperial não existe mais, o lixão está encerrado, tem-se um aterro sanitário modelo e caminha-se para a despoluição do Rio São Domingos, com diversos córregos com águas limpas, vislumbrando-se parques públicos e uma cidade mais verde.
Alinhadas, todas essas ações, motivo de grande orgulho, fazem com que o município avance, desenvolva-se, dê um passo a mais e bem à frente de muitos outros na área ambiental.
Guilherme Gandini é jornalista e assessor de comunicação da Prefeitura de Catanduva.
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Luiz Roberto Benatti - [18/08/2009 09:33:35]
Quando ensinei Jornalismo na Metodista de S.Bernardo do Campo, insisti com os alunos sobre a importância da pesquisa e o perigo em deixar-se levar pelo texto desenfreado. Se os moradores do antigo lixão incomodaram-se com os urubus, é porque não sabem nem jamais souberam que essas aves são garantidoras da saúde pública: alimentam-se de animais mortos; dividem a refeição com seus irmãos; avisam a comunidade vulturina do repasto;são inodoros e pacíficos. O Brasil já exportou a ave vulturina para o Japão.
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